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sábado, 1 de outubro de 2011

Tecido Epitelial

Queridos alunos e visitantes em geral, sejam muito bem vindos ao meu blog!

Estou atualizando minhas vídeo-aulas, colocando título, introdução e alguns efeitos além de algumas correções (sugeridas por vocês de minhas aulas). Por isso que eu digo que a participação de vocês no blog é fundamental! Apesar de me esforçar muito para não cometer equívocos durante a aula é possível que isso aconteça e graças ao olhar atento de vocês tenho corrigido algumas falhas!
Nesta, em especial, corrigi um erro meu no epitélio glandular apontado por Flávio C. Santos Filho da Universidade de Pernambuco (UPE) que identificou e me enviou um e-mail! Obrigado Flávio! São usuários como você que eu quero atingir! Fiquei mais feliz ainda por saber que mesmo tão distante de mim pessoas tem se aproveitado das minhas aulas! Um abraço a você e aos seus colegas de turma do curso de Medicina desta conceituada instituição!
Então, vamos parar de bate-papo e vamos ao que importa: a vídeo aula de Tecido Epitelial que está na íntegra (aulas 1 e 2) no mesmo arquivo. Um abraço, bons estudos e espero que seja útil! Conto com os comentários!

Aguardo os comentários! Bons estudos! E lembrem-se que esta não deve ser sua única fonte de consulta e estudos! Leia mais! Estude mais! E venha colaborar para a melhora do blog!

Prof. Otávio Plazzi
01/10/2011 - 23:58h

domingo, 29 de agosto de 2010

Tecido Epitelial (Aula 3)

Olá! Sejam todos muito bem vindos ao Blog! Hoje terminaremos os resumos sobre Tecido Epitelial! Portanto, ou você terá dúvidas agora, ou.... em qualquer outro momento!! Estou a sua disposição!!!

O assunto deste post é Tipos de Epitélio. Vimos, no início do nosso estudo que há, basicamente, dois tipos de epitélios: 1) Revestimento e 2) Glandular.

1) Epitélio de Revestimento: conjunto de células epiteliais que revestem (interna e externamente) um órgão. Classifica-se de acordo com o número de camadas (simples = 1 camada; estratificado = 2 camadas) e o formato de suas células (núcleo globoso = células cúbicas; núcleo achatado no sentido horizontal = células pavimentosas; núcleo alongado no sentido vertical = célula colunar). ATENÇÃO: EM EPITÉLIOS ESTRATIFICADOS OBSERVAREMOS A FORMA DO NÚCLEO DA CAMADA MAIS SUPERFICIAL DE CÉLULAS. Devemos observar também a presença de queratina e cílios entre as células epiteliais. Epitélios de mucosas secas são dotados de queratina, enquanto que os epitélios de mucosa úmida são desprovidos. Já o epitélio do trato respiratório e da tuna uterina (por exemplo) são dotados de cílios, uma vez que o movimento destas especializações de superfície livre são responsáveis pela condução de estruturas nestes sistemas.

2)Epitélio Glandular: suas células são responsáveis pela produção, armazenamento e secreção de substâncias variadas como hormônios ou ácidos digestivos por exemplo. São derivadas de uma camada de epitélio que sofre um processo de invaginação (veja figura abaixo) dando origem a porção secretora (células especializadas na fabricação do produto a ser secretado).



De acordo com a forma pela qual a secreção deixa a glândula classificamos o epitélio glandular em Merócrina (quando a secreção é liberada pela célula sem perda de outro material celular – ex: pâncreas); Holócrina (quando o produto de secreção é eliminado juntamente com toda a célula – ex: glândula sebácea); e Apócrina (tipo intermediário em que o produto de secreção é descarregado junto com parte do citoplasma celular, porém a glândula ainda se mantém integra – ex: glândula mamária). São classificados, ainda, em dois grandes grupos dependendo do local de secreção: Glândulas Endócrinas e Glândulas Exócrinas.

a. Glândulas Endócrinas: durante o processo de formação (invaginação) o ducto que manteria a comunicação com o meio externo se fecha (oblitera). Assim sendo, o produto produzido por esse tipo de célula será secretado na corrente circulatória através do contato entre a glândula e a grande quantidade de capilares que a circunda. Ex: hipófise

b. Glândulas Exócrinas: durante a formação seu ducto (elo com o epitélio originário) se mantém presente, possibilitando, assim, que o produto de secreção seja excretado no meio externo. Ex. glândula sudorípara. De acordo com a quantidade de ductos a glândula exócrina pode ser classificada em Simples (com somente um ducto não ramificado) e Compostas (com ductos ramificados que variam desde simples ramificações até arranjos mais complexos).

Abraços a todos! Espero que esteja ajudando! E não custa nada lembrar: Este blog não deve ser utilizado como única fonte de estudos. Ele deve ser utilizado como apoio ao estudo através da bibliografia indicada por mim!!!!

Prof. Otávio Plazzi
29/08/2010 – 14hs25min